Eu não sou um vegetaL

demim_pramim mim_pramim_de pramim_demim mim_depra_mim

quinta-feira, 7 de abril de 2005

E a chuva caia enquanto ela, sentada na cama, pensava na vida: que chuva gostosa!
Há quanto tempo que eu não tomo chuva? Tão bom, gelado, sapeca... ai que chuva!
E eu aqui, sentada, na cama. Luz acesa, ambiente amarelo – amarelado, como a foto antiga esquecida – “guardada” – no fundo da gaveta... De repente um raio! Sem susto, porque não teve trovão. E se tivesse trovão? Não dá mais pra correr pra mãe - eu não tomo mais chuva.O silêncio da casa (exceto pela luz amarela), o ruído da chuva. Queria a sensação da chuva uma vez dentro da casa. Mas é impossível, uma vez que está sentada na cama, pensando na vida – enquanto a chuva... está lá fora.