Dia das amigas. Rever cada uma. Foi tão normal, nada de nostálgico.
E na hora do abraço... nossa, senti saudades. Vocês realmente fazem parte de um pouquinho disso.
A volta no parque, sentar na praça.
Vou sair com você!
Quando fomos embora... minha alma gêmea. Só com você consigo ser assim. Diferentes quanto a artes, música e política dos trangênicos. Ninguém nunca não tentou me mudar assim. Simplesmente como você é.
Tem um filme... – eu vi ontem! Esta música... me lembra você! Minha alma gêmea.
Quando ele chegou eu não vi. Depois, quando vi, queria dar oi. Eu não dei oi. Nossa, mas eu queria tanto dar oi. Só virar e... oi! Não dei. É, a coragem ás vezes... nem sempre é assim. Fazer o quê?
Ela foi tão corajosa hoje! Tão, tão corajosa. Ela disse: eu quero ir ver! Viu. Ela foi corajosa. Ela sofreu. A culpa não é dela, ela sabe disso (“quedamo-nos os bons”... a ironia... “pobrezinhos de nós outros que nos quedamos sós”).
Por fim no pico o pôr-do-sol. Quedamo-nos.
Senti decepção por alguém. A senti tão fraca. Tão desejavelmente frágil; tão confortavelmente impassível de mudança. Que pôr-do-sol mais sujo!
E nada foi como eu pensei que iria ser. Os dois são os dois. Vou voltar pra Bauru. Bauru?
Fim-de-semana. Post subjetivo

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