Eu não sou um vegetaL

demim_pramim mim_pramim_de pramim_demim mim_depra_mim

domingo, 29 de maio de 2005

Dia das amigas. Rever cada uma. Foi tão normal, nada de nostálgico.
E na hora do abraço... nossa, senti saudades. Vocês realmente fazem parte de um pouquinho disso.

A volta no parque, sentar na praça.

Vou sair com você!
Quando fomos embora... minha alma gêmea. Só com você consigo ser assim. Diferentes quanto a artes, música e política dos trangênicos. Ninguém nunca não tentou me mudar assim. Simplesmente como você é.
Tem um filme... – eu vi ontem! Esta música... me lembra você! Minha alma gêmea.

Quando ele chegou eu não vi. Depois, quando vi, queria dar oi. Eu não dei oi. Nossa, mas eu queria tanto dar oi. Só virar e... oi! Não dei. É, a coragem ás vezes... nem sempre é assim. Fazer o quê?

Ela foi tão corajosa hoje! Tão, tão corajosa. Ela disse: eu quero ir ver! Viu. Ela foi corajosa. Ela sofreu. A culpa não é dela, ela sabe disso (“quedamo-nos os bons”... a ironia... “pobrezinhos de nós outros que nos quedamos sós”).

Por fim no pico o pôr-do-sol. Quedamo-nos.
Senti decepção por alguém. A senti tão fraca. Tão desejavelmente frágil; tão confortavelmente impassível de mudança. Que pôr-do-sol mais sujo!
E nada foi como eu pensei que iria ser. Os dois são os dois. Vou voltar pra Bauru. Bauru?

Fim-de-semana. Post subjetivo

quarta-feira, 25 de maio de 2005

Um escrito de ontem:

A gente ás vezes é muito besta. E a gente age como besta, faz coisas bestas, tem sentimentos bestas.
A gente deve se culpar por isso?
A gente deve se arrepender?
Será que me acho besta por acreditar, por me levar a crer – ou porque, uma vez que acredito, me contento em ficar esperando a graça?
A gente fica assim, com o coração batendo... com uma vontade triste.
E quem manda no coração? E quem é que de fato sabe o que se passa por lá? Ás vezes acho que sou apenas muito confusa. Ás vezes acho que embaralho as cartas, pela imensa vontade de ter sempre um valete nas mãos...
Não queria estar com as cartas embaralhadas. Queria poder jogar pelo outro jogador. Não queria que meu coração estivesse batendo parado. Mas eu já cansei de dar as cartas. Acho que não sou uma boa croupier.
Até quando devo insistir no jogo?


Um escrito de hoje:

Tudo se acertou. Já dá pra respirar direito agora. Não há nada como as coisas nos eixos (ou ao menos se engrenando aos poucos).
Então crianças, o conselho é: continuem jogando. Você pode perder ás vezes, ficar com as calças nas mãos. Mas você pode também ir recuperando sua roupa aos poucos. O essencial é nunca parar de jogar!

Obrigada

- por ter tido a coragem de mostrar suas cartas no jogo.

quinta-feira, 19 de maio de 2005

sabe o que deve ser bom? acender um carlton menta, e depois outro, e ficar fazendo círculos com a fumaça, enquanto fica sentada confortavelmente numa cadeira ouvindo no surprises do radiohead, com a janela aberta, sentindo a brisinha da noite na sua perna.
e deve ser bom também depois dos dois cigarros fazer um gargarejo com plax de menta e ficar tomando água.
deve ser bom.
e aí botar radiohead pra tocar de novo e ficar olhando na janela.
e aí ficar cantarolando junto com o thom york (cantarolando não, cantando mesmo, se achando o próprio, na verdade).
e aí entrar na internet e dividir seus podres com uma amiga que não fala há um tempão como se estivesse contando do que comeu no almoço.
deve ser bom.

terça-feira, 17 de maio de 2005

Pressão baixa
Vim pra cá, o estômago doendo, uma fraqueza, até um pouco tonta. Nossa!
Seria psicossomático? Talvez. Talvez seja apenas falta de alimento. Mas como comer quando não se está com fome? A ausência de fome seria psicossomática? Não sei. Eu sem fome realmente é estranho. Mas também, né!
Bom, porquê vim aqui...

Vontade de escrever, sei lá. Falar. Falar com vocês, falar comigo.
Estou sentindo falta de todo mundo ultimamente (isto também seria psicossomático?).
Saudades das minhas amigas, do meu amigo, da minha família.
Eu queria voltar no tempo, mais uma vez. Não que eu já tenho voltado – impossível, não – mas já o desejei muitas e muitas outras vezes.
Dessa vez queria voltar pra rever todo mundo, sem ter que fazê-lo nos dias de hoje. Não que não queira vê-los; apenas não quero voltar para este contexto. Qual contexto? Dois pontos:

Eu fora de casa, fora da cidade
Minhas amigas/amigos todos também atarefados, todos também adultos
Minha família... pesada. Nossa, como ela se tornou pesada!
Minha vida em São Paulo, meu quarto, meus locais preferidos... tudo sob um outro ponto de vista, tudo adquiriu um novo sentido.
Se não fosse pelas pessoas, pela sensação que deixaram em mim, não voltaria.
Sim, eu tenho saudades de São Paulo e eu já reparei que este é o lugar ao qual pertenço e sempre vou pertencer e amar por toda a minha vida. Mas eu estaria disposta agora a matar ou disfarçar a saudade deste lugar apenas viajando para outros. Seria tão bom. Não ter lugar. Viajar, viajar. Conhecer as coisas boas de lá, conhecer as pessoas boas de lá e depois... partir. Pra nunca mais voltar. Apenas deixar saudades e levar lembranças. Boas lembranças. Seria bom. E levaria comigo, no interior do “migo”, todos vocês. E seria muito bom. Eu enviaria-lhes postais mostrando os belos lugares por onde passei e contando das novidades que aprendi, dos sabores que testei. E seria muito bom. E vocês se recordariam de mim, sempre me teriam – através de postais – seria sempre uma lembrança boa, eterna e constante.
E é assim que eu amo vocês. Cara, nunca senti tanto sua falta! Nunca desejei tanto viajar.
Vou vivendo minha vida pacatamente – bem pacatamente. Mas eu vivo assim. Não é? Seria o negócio se deixar levar? Seria isso psicossomático? Bem.

domingo, 15 de maio de 2005

Será que alguém ainda lê essa birosca?

quarta-feira, 11 de maio de 2005

Momento relax total:

uma amiga
uma garrafa de vinho
um Cd com músicas fossas

Era tudo o que eu precisava.
Obrigada!

sábado, 7 de maio de 2005

Eu odeio finais de semana
Eu odeio finais de semana
Eu odeio finais de semana
Eu odeio finais de semana
Eu odeio finais de semana
Eu odeio finais de semana
Eu odeio finais de semana
Eu odeio finais de semana
Eu odeio finais de semana
Eu odeio finais de semana

Não há momento em que eu me sinta mais perdida no mundo.
São tão vazios. Tão cheios de oportunidades de coisas para se fazer.
Tão favorável ao ócio.
Tão vazio, tão angustiante, tão sem existência.
Num final de semana não faço nada. Nada de útil. Nada de rotineiro. Nada do "todo dia".
Extrapolo as necessidades do vital: como que nem uma porca. Durmo que nem uma... sei lá, que nem um animal que durma bastante (fêmea).
Fico tão sem nada pra fazer com tantas coisas a se poder. Só reforça a idéia do "inútil".

Por favor, se você for meu amigo e quiser o meu bem e minha sanidade mental, me arranje coisas para fazer no final de semana. De preferência fora das minhas quatro paredes. De preferência que não gaste nada. De preferência que não faça eu me ferrar na prova por não ter estudado no fim de semana. De preferência que não deixe minha casa suja por mais de um mês.

Me ajude, por favor. Sério.

- quem diria que um dia ainda clamaria por uma segunda-feira? -

sexta-feira, 6 de maio de 2005

Há intencionalidade em tudo!

Eu adoro dizer verdades pontuais e dirigidas de forma dissimulada e aparentemente ingênua. Adoro! Transformo algo muito bem pensado, intencionado e dirigido em metáforas indiretas... transformo uma coisa que poderia ser sagaz em um simples comentariozinho ou exemplo ingênuo – aí o outro (este sim ingênuo de verdade) acredita que teve um “insight”, ou nota curiosamente que “nossa, eu até poderia me encaixar nesta situação totalmente hipotética!”.
É, eu sou boa nisso. Sempre fui boa atriz.

Se faço por mal? Claro que não! Nunca. Mas sempre faço com a intenção de cutucar a ferida. Sei lá, este é o meu jeito de apontar os problemas, facilitando, conseqüentemente, que se chegue à resolução. Juliana’s way of act.

Não gostou? Se sentiu traído? Se sentiu analisado, julgado e induzido? Bem, o que posso dizer? É uma pena. Na certa isto vai causar um receio duradouro em uma boa leva de amigos. Dane-se.

(Ando ultimamente muito fechada para críticas – quando não, indiferente. É o tal do “dane-se” de novo).

Qual a minha intenção com este post? Deve ser pirar você. Te deixar com um pé atrás comigo. Te fazer ter mil inquietações da próxima vez que eu te disser algo que sirva como uma luva. Te levar a questionar se eu realmente falei sem querer ou se eu estou camuflando de novo. Quero te fazer desconfiar de mim. Nossa, acho que eu quero me boicotar!

Será que isto tudo é uma forma disfarçada que eu arranjei contra mim mesma para me apontar algo que eu não esteja conseguindo ver? Mas o que? Nossa, acho que vou precisar que você me diga... ah, mas de forma clara, por favor! Não sou boa com metáforas...

(Mentira, caiu de novo! Eu devo estar fazendo isso intencionando te desviar da real intenção. Ou não. Nem eu sei mais!)


Cara, eu tô ficando boa nisso... e louca também!

quinta-feira, 5 de maio de 2005

Tolerância Testada

- Pode falar querida!
- Eu vou querer um pão na chapa...
- (grita pra direita) Oh “meu chapa”, liga a chapa aí pra “nossa chapa” aqui. Sorrizinho. Que mais querida?
- ... e um chocolate quente.
- Pequeno, médio ou grande, meu bem?
- Pequeno
- Você gosta do pequenininho, né? Sorrizinho.
- (ausência de resposta)
- Então você quer um chocolate quente (com sotaque piracicabano)? Com leite quente que dá dor no dente?
- Não, agora eu vou querer um com leite frio. Com leite frio que vem da puta que te pariu.

Fim do assunto.

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- Nossa, não acredito que você falou isso!
- Falei.
- E o cara?
- Ah, fez uma cara de cú, saiu de perto e daqui a pouco apareceu com o meu pedido. E calado.
- Coitado.
- Coitado?
- É, coitado! Eu achei que você foi muito grossa com ele. Ah, o cara tá lá, ganhando mal, tendo que trabalhar o dia inteiro... aí chega uma menininha bonitinha, tal, ele resolve ser simpático, faz umas gracinhas e acaba levando desaforo. Eu acho que a gente tinha que aprender a pensar antes de partir logo pra estupidez com as outras pessoas. Mas pode ser que... não sei, você costuma ter TPM?
- TPM?
- Ah, eu acho que é isso. A TPM deixa as mulheres descontroladas. Deve ter sido por isso que você foi grossa... sabe que eu tava vendo na tevê que muitas vezes a TPM é controlada com calmante? Você podia, da próxima vez que for no ginecologista, pedir pra ele te passar algum. Eu ouvi falar num bom que chama Rivotril.

- É? Eu tenho uma coisa pra te recomendar também... e olha só, até rima com Rivotril!

quarta-feira, 4 de maio de 2005

O que eu gosto: chocolate
O que eu não gosto: meninas metidas
O que eu gosto: abraços
O que eu não gosto: manha
O que eu gosto: sorriso nos olhos
O que eu não gosto: ansiedade
O que gosto: frio
O que eu não gosto: ficar sem resposta
O que eu gosto: tênis
O que eu não gosto: ganhar flores
O que eu gosto: espreguiçar as costas
O que eu não gosto: ter que levantar da cama no frio
O que gosto: receber carta
O que eu não gosto: forçar amizades
O que eu gosto: minha eu
O que eu não gosto: me sentir mais um

O que isso tudo te interessa? nada
Por que então eu fiz isso? porque achei legal. porque não queria dar um ar pessoal ao meu blog e resolvi mudar de idéia. só hoje.

Aliás...

terça-feira, 3 de maio de 2005

Hey Jude.... quando eu era pequena meu pai cantava esta música pra mim - a versão brasileira, lógico. Eu achava que o Roupa Nova que cantava, mas descobri que é do Kiko Zambianchi. Enfim.
O lance é que o meu pai cantava pra mim, e como você sabe, não se pronuncia "Jude", mas sim um "dju". Tipo: "hey dju... lá lá lá lá...". Então, eu achava que era "ju", e que o meu pai que tinha inventado esta música pra mim. Achava linda, uma música só minha, falando pra eu não ficar triste que tudo vai dar bem. Aí cresci, e muito tempo depois fui descobrir que era uma música dos Beatles. Mas enfim, de novo. Uma vez que foi minha, esta música nunca deixará de ser. Assim, resolvi agracia-los com uma música toda minha. Feito sob medida pra mim. Aposto que você não tem uma música assim...

Hey Jude

Lá, lá, lá, lá, lá, lá lá, lá, lá, lá, lá,

Hey Jude, não fique assim
Sabe a vida ainda é bela
Esqueça de tudo que aconteceu
Amanhã será um novo dia

Hey Jude
Pra que chorar
Por alguém que não te ama
Se o mundo agora te faz sofrer, tudo vai passar
Você vai ver

Muita coisa vai fazer você mudar
Não tem mais razão de ser essa tristeza
Se alguém te faz sofrer, pra que lembrar ?
Mas vale tentar viver de esperança

Hey Jude, olha pra mim
Veja o dia como está lindo
Esqueça de tudo que aconteceu, amanhã será um novo dia

Muita coisa vai fazer você mudar
Não tem mais razão de ser essa tristeza
E se alguém te faz sofrer, pra que lembrar ?
Mas vale tentar viver de esperançana

na na na na na na

Hey Jude
Pra que chorar
Por alguém que não te ama
Se o mundo agora te faz sofrer, tudo vai passar
Você vai ver, ver ver, ver ver ver ver....

domingo, 1 de maio de 2005

"Quando o inverno chegar, eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar, eu quero estar junto a ti."

Estou à procura de um cobertor.