Eu não sou um vegetaL

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2005

DORMIR NA CADEIRA DE BALANÇO

A menina dormiu na cadeira de balanço. Tava cuma dor nas costas....
Mas ela tinha sono, então, dormiu na cadeira de balanço. Balançou, balançou, dormiu.
Ela dormia que babava tudo na costa da cadeira. Babava naquele azul imundo. A baba negra parecia formar o continente do Brasil.
A menina agora acorda na cadeira de balanço, suga o resto da baba
Ela olha, olha, o balanço, balanço. Ela dormiu na cadeira de balanço.

Devorar um pacote de bolacha; comer um saquinho de salgadinho – que eu nem sequer gosto; comprar e acabar com um saquinho de tubetes de chocolate; comer um danone, uma banana, e depois almoçar. Fazer capoeira. Acordar de saco cheio e com preguiça de levantar – levantar só porque alguém que você sabe está esperando. É, fazer, levantar, comer, sentar. Apresentar o seminário... pensar, não pensar. Sentir – não sentir. D-a-t-i-l-o-g-r-a-f-a-r. e ouvir.

Que vontade de postar. Será que volto a escrever?